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Inovação nos BRICs: agora é a vez dos emergentes

Os países emergentes vêm ganhando terreno em inovação tecnológica. A China, por exemplo, aumentou, somente no ano passado, o número de patentes internacionais em 56% e a Índia em mais de 15%, segundo dados da Organização Mundial para a Propriedade Intelectual (OMPI). No Brasil, a inovação também tem sido um importante caminho para se ganhar competitividade: em 2008, 5.600 empresas realizaram investimentos de R$ 38 bilhões em inovação e as estimativas para 2011 sugerem um salto para R$ 45 bilhões, de acordo com informações da Finep *(Financiadora de Estudos e Projetos). Segundo Mario Fioretti, gerente geral de Design e Inovação da Whirlpool Latin America, que no Brasil atua com as marcas Brastemp, Consul e KitchenAid, os países emergentes estão abertos à inovação porque é uma necessidade competitiva. “A inovação surge da necessidade de se pensar de uma maneira diferente em novos modelos de negócios e em novas tecnologias para atender às demandas destes mercados que contam com uma situação econômica característica dos países emergentes. Inovação nada mais é do que buscar alternativas de encantar o consumidor e entregar benefícios, desenvolvendo soluções inteligentes e de custo adequado a essa população. Nós somos desafiados constantemente a sermos competitivos por meio de soluções de baixo custo, porém de alto valor”, destaca Mário Fioretti. Profissionais que inovam De acordo com o executivo, o Brasil, historicamente, sempre esteve exposto a situações de mudanças, entre outros, que imprimiram ao País uma característica de agilidade, fator inerente à inovação. “A cultura do brasileiro de estar sempre adaptado às mudanças e transformações, gera um resultado muito interessante em termos de criatividade e poucos paradigmas”, destaca. Na Whirlpool, outro fator que impulsiona a inovação é o perfil de profissionais que lidam com ela. “Nós temos na Empresa muitos colaboradores jovens, pertencentes à Geração Y que, em conjunto com profissionais mais experientes, formam uma equipe diversificada e ousada que carregam o DNA da mudança e da agilidade, trazendo resultados muito relevantes em inovação para a Companhia”, diz. A Whirlpool S.A. é a única empresa brasileira a figurar entre as 500 maiores depositantes de patentes no mundo – em 2010, a Whirlpool fez 68 pedidos de patentes no Brasil. A Companhia, que conta com 22 laboratórios de Pesquisa & Desenvolvimento e quatro Centros de Tecnologia, multiplicou por oito sua receita com produtos inovadores em três anos, sendo que em 2010, 25% do faturamento foi proveniente de produtos classificados como inovadores. Como resultado, 200 novos produtos das marcas Brastemp e Consul foram lançados somente em 2010. “Temos metodologia moderna, processos eficazes e somos muito exigentes em nossos projetos porque queremos entregar soluções que atendam os anseios dos consumidores. Por isso, a Whirlpool Latin America tem se destacado no quesito inovação globalmente”, comenta o executivo. Foi no Brasil que se desenvolveu o refrigerador Consul Facilite, primeiro modelo de uma porta do mundo com tecnologia frost free, lançado em 2008. O produto traz uma tecnologia que impede a formação de gelo nas paredes internas da geladeira – o que antes só era possível separando-se os compartimentos – e com isso, elimina-se a necessidade de degelar o refrigerador para limpá-lo. Essa tecnologia hoje é compartilhada com outras regiões com características de mercado semelhantes às nossas. Futuro da inovação está nos países emergentes Essa combinação entre necessidade e oportunidade para elevar a competitividade, na visão do executivo, pode mudar o eixo da inovação dos países desenvolvidos para os emergentes. “Esses países conseguem extrair novas oportunidades a partir de um conhecimento já dominado. Essa é uma das perspectivas do pensamento inovador”, diz.